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| A Cara de Moçambique no Big Brother África. |
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Depois de ficar 70 dias, em reclusão, longe da família, amigos colegas de trabalho e como se não bastasse, sem comunicação com o exterior e tendo que conviver com pessoas que nunca havia visto anteriormente, Leonel Estêvão, de 23 anos de idade, técnico de informática em Maputo já está fora do concurso Big Brother África e de forma descontraída conversou com a equipe da Moz Culture sobre a sua estadia naquele que é um dos maiores Reality Shows de África. Donde partiu a ideia de participar neste programa? De forma curiosa, a minha colega de trabalho falou-me do programa, embora já o assistisse, motivou-me a conversa que tive com ela, daí em diante foi procurar o impresso de inscrição na internet, preencher e aguardar pela audição. A Audição (casting) aconteceu tempos depois no hotel Girassol, em Maputo, de onde saí contemplado para participar no segundo casting já na África do Sul, na cidade de Joanesburgo. Uma vez na casa, como foi a experiência, como foi participar neste programa? De princípio difícil, porque como devem saber a óptica do reality show é expôr os participantes 24 horas por dia, o que para mim foi um choque devido a minha personalidade, sou uma pessoa reservada e de rompante tinha que lidar com aquela exposição toda, o que não foi fácil, tive que mudar os meus hábitos e costumes e estar constantemente disponível para a produção do programa. Mais tarde superei esta dificuldade, engrenei nos carris e tornei-me de certa forma num dos potenciais vencedores. Como foi conviver com varias pessoas de culturas diferentes? Extremamente difícil, pois como dizes, fora não nos conhecermos, tínhamos hábitos e acima de tudo culturas bem distintas, embora a língua oficial dentro do programa fosse o inglês, ainda assim vinha ao de cima o factor cultura. Mas de certo modo o programa procura mesmo trazer esta faceta a público, as peripécias do dia-a-dia entre pessoas diferentes. Como disse antes de certa forma era um dos favoritos, o que ditou a sua eliminação e a da outra concorrente moçambicana? Há uma espécie de efeito cascata nas razoes da minha eliminatória, em primeiro lugar acredito que ouve pouca divulgação do programa em Moçambique por parte da produção ou seja a representante da Multichoice em Moçambique, não tendo havido divulgação, os moçambicanos não puderam votar na minha estadia no programa, de uma forma geral o factor falta de voto ditou a minha eliminação. Quanto a Jennifer Mussanhane, outra representante de Moçambique no programa, devo dizer que também tive uma boa prestação dentro do programa, mas logo cedo teve prioridades de carácter familiar que lhe levaram a optar por abandonar o programa. Das experiências vividas no programa qual é o conselho que deixa aos futuros candidatos a participantes? Deixe-me dizer a todos jovens moçambicanos “ para pensarem grande” é preciso que os artistas, desportistas e jovens em geral pensem em “furar” fronteiras para difundir as suas habilidades nas mais diversas áreas. O que pude constatar é que nós moçambicanos temos potencial e muita qualidade no que fazemos sem falar da grande capacidade de inserção em qualquer meio, por isso aconselho aos jovens a darem grandes saltos, a procurarem invadir o mercado internacional, arrisco até a dizer que temos muitos jovens nacionais com capacidade para participar no Idols, este que também é um programa de dimensão internacional.
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| Actualizado em ( Quarta, 25 Novembro 2009 15:35 ) |







Coment⳩os
A capoeira também significa respeito..respeito por mim enquanto pessoa e respeito pelo próximo e o k vi foi uma autentica falta de respeito
parabens da Grecia
axé do Brasil, da Bahia e de Salvador
axé da CAPOEIRA
Mestre Tonho Matéria
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